Não faço acordos. Não celebro compromissos. Não tenho preferências políticas. Digo o que penso. Calo o que quero. Não me furto a dizer o que penso nem a quem gosto ... Quem puder ... que me julgue ...
terça-feira, 16 de março de 2010
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
Pela Madeira, também ...
Para ajudar as vitimas da tragédia na Madeira: 760 100 999 é o número a
marcar. Cada chamada vale 50 centimos de ajuda. A chamada custa 60
centimos + IVA (A diferença diz respeito a custos das operadoras).
Ajude e passe palavra: 760 100 999. Rádio Comercial. Esta informação foi colhida junto do mural criado no facebook"Solidários com a Madeira"
Para quem queira ajudar ou prestar auxílio por outra forma é aconselhável contactar a CARITAS
Morada: Calçada do Pico,59 9000-206 - Funchal
Telefone: 291743331
Fax: 291745714
E-mail: caritasfunchal@netmadeira.com
URL: http://www.caritas.pt/funchal/seccao2.asp?caritaid=14&seccaoid=221
PARA QUEM POSSUA ou pretenda INFORMAÇÕES DE ALGUEM DESAPARECIDO
ficam os contactos :
PSP/Police: 291208400
PSP: Trânsito 291208200
GNR/National Guard: 291214460
Bombeiros/Fireman: 291200930
PSP Ribeira Brava: 291952159
No RG3 estão a receber roupa e bens de primeira
necessidade (cobertores, roupa interior, meias, etc...). se puderem,
separem já a roupa antes de entregarem (homem, mulher e criança). VAMOS
TODOS AJUDAR! Força Madeira . Consulte ainda os murais criados no facebook sobre o tema para maiores esclarecimentos
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
sábado, 16 de janeiro de 2010
IMAGENS DE TRAGÉDIA

É um País desde há muito em forte tribulação.
A tragédia que ora de novo ali se assolou deixou-o em estado de devastação.
Solidariedade precisa-se : a possível !
Não seja indiferente a nenhuma espécie de dor ...
http://www.historianet.com.br/conteudo/default.aspx?codigo=896
http://pt.wikipedia.org/wiki/Haiti
A tragédia que ora de novo ali se assolou deixou-o em estado de devastação.
Solidariedade precisa-se : a possível !
Não seja indiferente a nenhuma espécie de dor ...
http://www.historianet.com.br/conteudo/default.aspx?codigo=896
http://pt.wikipedia.org/wiki/Haiti
domingo, 10 de janeiro de 2010
ISTO É COMIGO TAMBÉM...

A minha amiga Maria escreveu um texto que verdadeiramente me fez pensar.
Como dizia o grande pensador político Bertolt Brecht, enquanto as coisas sucedem aos outros, vamos convivendo com elas, ainda que lamentando mais ou menos. Pior é quando nos tocam a nós ou a alguém que nos é caro. Só aí vemos o problema.
Saber que existe uma pena disciplinar que tem o poder de levar uma pessoa e uma família à miséria num escasso período de tempo e que essa pena pode ser aplicada a quem se entenda que pratica uma falta disciplinar grave, sem que se saiba o que isto significa, mas sabendo o que pode significar se mal utilizado pelo poder, é angustiante.
Efectivamente, se a pena de inactividade deixa a pessoa sem receber vencimento e existem profissionais a quem a mesma é aplicada que nem sequer podem exercer outro trabalho remunerado enquanto a sofrem, o que pode ir até um período de dois anos, evidentemente estamos perante uma inconstitucionalidade por violação dos mais elementares direitos fundamentais da pessoa humana, designadamente o direito à vida e integridade física.
José António Barreiros dedica um espaço priviligiado da sua escrita a uma mulher- Irene Lisboa-e nota que ela usava pseudónimos masculinos na sua escrita para triunfar num mundo aonde só homens parecem triunfar.
As coisas não mudaram muito desde então. Por isso louvo a minha amiga Maria, pela sua postura, pela sua coragem, pela forma inteligente e digna como suscita esta questão.
Quantos viverão este problema? Será que o Senhor Primeiro Ministro e seus Ministros no âmbito dos respectivos Ministérios, sabem quantas pessoas estão a sofrer tão ignóbil punição ?
E os sindicatos ?
Será que esta questão que não assegura visibilidade suficiente em telejornais para por si só merecer a respectiva atenção ?
A Maria referiu um caso de alguém que 16 anos volvidos sobre a aplicação da pena, obteve do Supremo Tribunal Administrativo uma sentença dando-lhe razão e anulando a pena.
Contudo o Estado pode sempre eximir-se a cumprir as sentenças dos Tribunais invocando violação do interesse público.
E quem se lhe opõe ? O Ministério Público que por acaso tem o dever funcional de representar o próprio Estado ?
E quantos não existem que nem condições reunem para levar o caso a Tribunal Administrativo porque ficam destituídos de quaisquer meios mesmo para sobreviver, quanto mais para suportar os custo de uma lide em juízo com tudo o que isso implica.
Somos o 21º Estado a nível mundial aonde melhor se vive, não somos ?
E quem diz?!...
VERGONHA!!!
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sexta-feira, 8 de janeiro de 2010
Que mais te falta pequena Esmeralda ?!
Que mais faltará à pequena Esmeralda até alcançar um pouco de tranquilidade e estabilidade ?
Talvez chegar a Torres Vedras alguém a pedir novo exame de ADN para demonstrar que afinal a mãe é outra e pai é o tal ...
E já agora outra mudança, pois que tal?!
Parece que está tudo doido. Um dia destes quando questionarem à menina quem é a mãe, ela aponta a gata da vizinha que lhe faz companhia.
Se crê que tudo isto é ironia, saiba que
Aidida Porto requereu ao Tribunal de Torres Vedras o poder paternal e a guarda da menor Esmeralda, alegando ter condições económicas e estabilidade familiar para acolher a criança no seu agregado.
No pedido, segundo fonte judicial, a mãe sustenta que tem melhores condições para dar "estabilidade psicológica" à menor do que o progenitor, funcionando como uma "ponte de diálogo" com o pai, mas também com o casal que criou a criança desde os três meses de idade.
É de lamentar que as pessoas mais próximas desta criança estejam a agir assim com ela, criando-lhe tanta insegurança sobre as suas circunstâncias de vida.
Mas o Tribunal de Torres Vedras já merecia um louvor pela paciência...
Cheira-me que esta mãe está a ser " instrumentalizada" pelos "pais de afecto" para indirectamente conseguirem de novo a menina...
Mas Ó Senhor guardai-nos dos maus pensamentos que ainda pela missa do galo, deixei a cabeça na Igreja da Sé.
Se visses que beata lá tinha ao meu lado :)
Talvez chegar a Torres Vedras alguém a pedir novo exame de ADN para demonstrar que afinal a mãe é outra e pai é o tal ...
E já agora outra mudança, pois que tal?!
Parece que está tudo doido. Um dia destes quando questionarem à menina quem é a mãe, ela aponta a gata da vizinha que lhe faz companhia.
Se crê que tudo isto é ironia, saiba que
Aidida Porto requereu ao Tribunal de Torres Vedras o poder paternal e a guarda da menor Esmeralda, alegando ter condições económicas e estabilidade familiar para acolher a criança no seu agregado.
No pedido, segundo fonte judicial, a mãe sustenta que tem melhores condições para dar "estabilidade psicológica" à menor do que o progenitor, funcionando como uma "ponte de diálogo" com o pai, mas também com o casal que criou a criança desde os três meses de idade.
É de lamentar que as pessoas mais próximas desta criança estejam a agir assim com ela, criando-lhe tanta insegurança sobre as suas circunstâncias de vida.
Mas o Tribunal de Torres Vedras já merecia um louvor pela paciência...
Cheira-me que esta mãe está a ser " instrumentalizada" pelos "pais de afecto" para indirectamente conseguirem de novo a menina...
Mas Ó Senhor guardai-nos dos maus pensamentos que ainda pela missa do galo, deixei a cabeça na Igreja da Sé.
Se visses que beata lá tinha ao meu lado :)
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
Para eles também é Natal ?

A nossa amiga Maria voltou a escreveu.
Não vou falar de Maria porque não se fala de Maria.
Maria é para sentir, para saborear.
Maria é alma de Mulher!
Maria é sempre Natal !
Desde que conheço Maria noto a sua especial sensibilidade para com o sofrimento humano.
Sempre foi simpatizante da causa do Banco Alimentar Contra a Fome.
Este natal criou um conto que dedicou àquela Instituição.
O conto relata uma história de amor entre uma menina burguesa e um sem abrigo.
Fê-lo em quatro partes que valem bem ser lidas e dedicou-o , assim :
"Este conto é por mim dedicado a todos os voluntários do Banco Alimentar Contra a Fome, e às instituições e pessoas de boa vontade que empenham parte das suas vidas no auxílio a pessoas necessitadas, muitas vezes, sem disso fazer qualquer alarde.
Porque conseguem olhar para alguém que perdeu tudo e ainda assim ver ali um ser humano, com direitos, designadamente, à honra e à dignidade humana.
A quem tiver a generosidade e paciência de lê-lo quero pedir que sempre que olharem para alguém na rua, não o julguem imediatamente vagabundo, inimigo do trabalho. Estejam cientes de que circunstâncias várias podem atirar a mais impensável e válida das pessoas para uma situação de desgraça.
E que nem todos têm a mesma força para se levantar após um tombo.
Procurem encaminhar os casos que conhecem de pessoas na rua para casas de abrigo e instituições que possam proceder ainda à sua recuperação.
Ou se esta não for já de todo possível, pelo menos a uma vida digna, com um pão de cada dia.
Eduquem os vossos filhos a ser generosos.
Não nos esqueçamos que a vida acaba por devolver a cada um o bem que semeia.Maria"
Desde que conheço Maria noto a sua especial sensibilidade para com o sofrimento humano.
Sempre foi simpatizante da causa do Banco Alimentar Contra a Fome.
Este natal criou um conto que dedicou àquela Instituição.
O conto relata uma história de amor entre uma menina burguesa e um sem abrigo.
Fê-lo em quatro partes que valem bem ser lidas e dedicou-o , assim :
"Este conto é por mim dedicado a todos os voluntários do Banco Alimentar Contra a Fome, e às instituições e pessoas de boa vontade que empenham parte das suas vidas no auxílio a pessoas necessitadas, muitas vezes, sem disso fazer qualquer alarde.
Porque conseguem olhar para alguém que perdeu tudo e ainda assim ver ali um ser humano, com direitos, designadamente, à honra e à dignidade humana.
A quem tiver a generosidade e paciência de lê-lo quero pedir que sempre que olharem para alguém na rua, não o julguem imediatamente vagabundo, inimigo do trabalho. Estejam cientes de que circunstâncias várias podem atirar a mais impensável e válida das pessoas para uma situação de desgraça.
E que nem todos têm a mesma força para se levantar após um tombo.
Procurem encaminhar os casos que conhecem de pessoas na rua para casas de abrigo e instituições que possam proceder ainda à sua recuperação.
Ou se esta não for já de todo possível, pelo menos a uma vida digna, com um pão de cada dia.
Eduquem os vossos filhos a ser generosos.
Não nos esqueçamos que a vida acaba por devolver a cada um o bem que semeia.Maria"
Bem hajas, Maria. Bom Natal e que um milagre também te aconteça ...
Veja aqui MILAGRE DE NATAL um conto de Maria publicado no seu blog Escritos da Maria
I PARTE - aqui
II PARTE - aqui
III PARTE - aqui
IV e última PARTE - aqui
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